A ATESQ nasceu de uma comissão de ex-trabalhadores da Shell/Basf, formada em 2001 diante de uma contaminação de solo, água e meio ambiente que atingiu dezenas de trabalhadores da fábrica de Paulínia. A entidade foi formalizada em 21/12/2006, sob liderança de Antonio de Marco Rasteiro, e desde então conduz a defesa jurídica e assistencial do que ficou nacional e internacionalmente conhecido como o Caso Shell.
A trajetória passou por audiências no Ministério Público do Trabalho, decisões em todas as instâncias da Justiça do Trabalho e um acordo histórico assinado no TST, além de reconhecimento em fóruns internacionais nos Estados Unidos e na Alemanha.
Ser referência nacional na defesa de trabalhadores atingidos por contaminação ambiental, garantindo que nenhum caso semelhante siga sem resposta.
Representar, assistir e dar voz aos ex-trabalhadores da Shell/Basf e seus familiares, assegurando direitos conquistados na Justiça.
Manter viva a história dos que morreram ou adoeceram, para que o caso nunca seja esquecido.
Publicar atas, editais e decisões de forma aberta e acessível a todos os associados.
Cada marco pode linkar para o documento correspondente na seção Comunicados.
Trabalhadores da Shell/Basf se organizam informalmente diante dos primeiros casos de contaminação identificados na região de Paulínia.
A planta industrial encerra as atividades logo após a contaminação ambiental se tornar pública.
A associação é formalizada sob liderança de Antonio de Marco Rasteiro, estruturando a luta jurídica e assistencial.
Sucessivas atas de audiência registram avanços nas tratativas entre ATESQ, sindicato e as empresas.
O caso é apresentado em Boston (EUA), com processo acompanhado em Nova York, e discutido na Alemanha com sindicalistas de oito cidades.
Reconhecimento de 1.068 trabalhadores atingidos, indenização coletiva de R$ 200 milhões e assistência integral e vitalícia à saúde.
A associação segue atuando na garantia dos direitos conquistados, na assistência aos associados e na preservação da memória do caso.